Há empresas que chegam ao mercado com grandes campanhas. Outras preferem crescer de forma mais discreta , juntamente com os clientes, até ao momento em que a própria evolução do negócio obriga a uma nova apresentação. A DC parece encaixar nesta segunda categoria. No ano em que assinala uma década de atividade, a DC, assume um reposicionamento mais claro e uma nova licença que altera a forma como quer estar no mercado. “Em 2016 começámos com uma licença de consultoria para investimento. Em 2019 ampliámos para receção e transmissão de ordens e análise financeira e, em 2026, ampliámos a licença para gestão de carteiras”, recorda Pedro Teles, diretor de investimentos da DC.
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