O Banco da Dinamarca, o da Suécia, o Banco Nacional da Suíça, o BCE e o Banco do Japão compõem a lista de autoridades monetárias que já aplicam políticas de taxas de juro negativas (NIRP, nas siglas em inglês). É um cenário que os investidores contemplam atualmente com reações que oscilam entre a estupefacção e a resignação. Brooks Ritchey, diretor geral sénior de K2 Advisors (parte da Franklin Templeton Investments), questiona-se se as taxas de juro negativas não estão na moda de forma injustificada: “A todos os níveis, as taxas de juro negativas constituem um mandato que implicitamente tornará mais vulneráveis os bancos soberanos, já que significa violar uma ordem aparentemente racional e lógica que se aplica em mercados com funcionamento normal. Na prática, está a pedir-se aos bancos que expandam o crédito, mesmo que alguns potencialmente falhem. O importante é continuar a fornecer dinheiro e esquecer-se de qualquer tipo de compensação de riscos neste ato”.
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