Em Portugal, bem como no resto da Europa “o sistema bancário continua a ser o pilar do sistema financeiro”, destaca a CMVM no seu Relatório Anual Sobre a Atividade da CMVM e sobre os Mercados de Valores Mobiliários. Este status quo é contrário ao dos “EUA em que o mercado de capitais tem um papel determinante na intermediação entre a poupança e o investimento”. As razões que justificam estas diferença podem ser diversas, desde “o enquadramento legal, de princípio civil (civil law) na Europa e comum (common law) nos EUA, com impacto na aplicação da lei e na proteção dos credores e dos acionistas, bem como o enquadramento institucional, mais baseado em instituições financeiras e na intermediação financeira na Europa, e na desintermediação financeira e no mercado de valores mobiliários nos países de origem saxónica”, justifica a entidade reguladora.
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