As eleições da Alemanha despertaram grande interesse tanto dentro como fora das suas fronteiras. A União Democrata-Cristã (CDU), liderada por Friedrich Merz, posicionou-se como a força mais votada, colocando o seu líder numa posição favorável para formar o próximo governo e assumir o cargo de chanceler. No entanto, destaca-se a ascensão da Alternativa para a Alemanha (AfD), que alcançou cerca de 20,8% dos votos e tornou-se a segunda força política do Bundestag, evidenciando assim uma viragem política à direita.
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