A bolsa nacional tem vindo a atravessar um longo e complexo período de consolidação de empresas e processos de reestruturação e falência que têm pesado significativamente, tanto na capitalização de mercado das empresas portuguesas cotadas, como no número de empresas que cumprem os critérios de dimensão e volume de transação para a inclusão no índice de referência. No passado mês de junho, na ressaca do Brexit, o índice de referência chegou mesmo a tocar mínimos dos últimos quatro anos abaixo dos 4 700 pontos. Ainda assim, investidores institucionais, como é o caso dos fundos de investimento, continuam a ter um papel fundamental na dinamização das empresas que compõe o índice, mas também na dinâmica do próprio mercado. Números da Morningstar Direct, considerando o universo de produtos registados para venda em Portugal, indicam que, em termos absolutos, o veículo fundos de investimento aloca mais de 1.100 milhões de euros ao mercado acionista nacional. Em termos comparativos, este valor representa cerca de metade do valor transacionado em ações no mercado secundário da Euronext, no mês de junho.
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