Globalmente, 2021 tem sido um bom ano para os gestores ativos de obrigações. Mas foi um semestre de duas metades. No primeiro trimestre, as obrigações flexíveis, soberanas e de investment grade conseguiram captar bem a subida das yields das obrigações. O segundo trimestre foi mais complexo. Os mercados tornaram-se mais difíceis de ler e a rentabilidade entre os gestores começou a divergir.
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