Aos poucos, o setor ibérico da banca privada está a abrir-se aos ativos privados, mas, na opinião de Almudena Mendaza, ainda estão pendentes duas conversas complexas com o cliente ibérico. Em primeiro lugar, está o desafio da veiculação. É um debate particular da região, reconhece a diretora de Vendas para a Península Ibérica da Generali Investments, já que no resto da Europa o ELTIF é a opção por excelência. Em segundo lugar, a alocação de ativos. “O grande desafio pendente para construir carteiras verdadeiramente diversificadas em ativos privados, sobretudo no segmento wealth na região, é a dívida privada”, explica.
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