A crise da COVID-19 rompeu algumas das regras estabelecidas na indústria de gestão de ativos. Uma delas é que o trabalho de análise e gestão dos fundos das grandes entidades internacionais tem de ser realizado a partir dos principais centros financeiros. Sabem-no bem as diretoras de Investimentos Ana Gil e Pilar Arroyo, membros da equipa do fundo de obrigações flexíveis que há quase uma década é referência no mercado ibérico: o M&G (Lux) Optimal Income. Ambas trabalham atualmente a partir do escritório que a gestora tem na Península Ibérica, mantendo o mesmo posto, responsabilidades e uma dinâmica de trabalho que “hoje em dia, não mudou”, reconhecem numa entrevista à FundsPeople.
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