A segunda volta das eleições legislativas francesas deu lugar a um parlamento sem maioria, o que provocou um abrandamento significativo na agenda das reformas. Nas próximas semanas haverá uma remodelação do gabinete e das negociações, o que poderá levar mesmo a um novo primeiro-ministro a facilitar um governo de coligação com Les Republicains. Mas os Conservadores estão divididos internamente, por isso um governo de coligação não é um dado adquirido.
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