Para Antoine Lesné, a indústria de ETF é afortunada. “Nunca teve um ano negativo em termos de fluxos”, sublinha. Nem sequer em momentos difíceis de mercado. “2022 foi o quinto melhor ano do ponto de vista da captação de ativos. Com 88.000 milhões de dólares de entradas líquidas pode parecer um ano mau em comparação com o que estamos habituados. Mas o contexto era muito difícil. Em 2023, com um cenário em que ainda existe muita incerteza, a indústria de ETF já captou 66.000 milhões. Não está a ser um mau ano, tendo em conta que nem sequer sabemos se nos encaminhamos para uma nova recessão económica”.
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