Acabámos de fechar o primeiro trimestre do ano e 2023 já passou por três grandes narrativas no mercado. Em janeiro o consenso era que iríamos assistir a um lento abrandamento da economia, mas sem grande gravidade. A imaculada desinflação era o termo do momento nas primeiras semanas do ano. Isso deu lugar a um fevereiro em que a previsão foi alterada, o que desencadeou uma nova correção nas obrigações. E com esse tom negativo entramos na crise de confiança da banca em março.
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