Quem seguiu a atividade do BCE na última década sabe que as suas reuniões se classificam em duas categorias: as que ficam para a posteridade e as que não. Citando Mervyn King, governador do Banco de Inglaterra entre 2003 e 2013, a política monetária era, ou deveria ser, aborrecida. No entanto, e em particular desde que Mario Draghi iniciou o seu mandato em novembro de 2011, algumas das reuniões do BCE certamente fizeram história. A de hoje pode vir a ser uma delas se finalmente forem revelados os primeiros detalhes sobre o plano para retirar os estímulos quantitativos.
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