Tecnologia, plataformas digitais e grandes nomes do consumo dominam as posições dos fundos portugueses focados em ações dos Estados Unidos.
Foi alcançado um acordo para adquirir a gestora por um valor de até 9,7 milhões de libras (cerca de 11,23 milhões de euros), integralmente em ações, o que acrescentará ao grupo 2,7 mil milhões de libras em ativos sob gestão e aconselhamento.
Íñigo Escudero passa a liderar uma região com mais de 100.000 milhões de dólares em ativos sob gestão, no âmbito de uma reorganização com a qual a Invesco procura reforçar a sua presença em mercados com elevado potencial de crescimento.
A operação no valor de 150 milhões de libras reforça a plataforma de soluções de carteira e a distribuição no Reino Unido. Após a conclusão da transação, os ativos globais do grupo deverão atingir cerca de 163 mil milhões de dólares.
Além disso, a DWS e a NAMI continuarão a promover uma estreita colaboração estratégica para o desenvolvimento e lançamento de soluções de investimento passivo, bem como um acordo global para a distribuição de estratégias de investimento ativo na Índia.
O mercado de fundos mobiliários voltou a crescer em fevereiro. De acordo com a CMVM, o valor sob gestão dos OICVM aumentou 3,5% face a janeiro, enquanto os fundos de investimento alternativo também registaram uma subida mensal de 4%.
A retoma económica europeia toma forma entre estímulos orçamentais, reformas estruturais e novas dinâmicas de mercado. Valorizações ainda contidas e crescimento dos lucros em melhoria voltam a colocar a Europa sob os holofotes. Mas permanecem muitas incertezas.
Num mês marcado por volatilidade, os investidores continuaram a privilegiar ETF de ações, em particular ligados aos EUA e à tecnologia, mas começaram a reforçar a diversificação com obrigações e exposição a metais preciosos.
O Chief Strategist & Senior Portfolio Manager, Global & Absolute Return Fixed Income da UBP apresenta a estratégia para otimizar as fontes de rendimento da carteira obrigacionista num cenário de mercado marcado pela escalada do conflito no Médio Oriente.
A maior gestora da Noruega pretende impulsionar o desenvolvimento dos seus negócios na região, no âmbito da sua estratégia de expansão internacional.
ASML, Siemens e SAP lideram as posições mais representadas nas carteiras dos fundos nacionais de ações europeias, num ranking onde os setores financeiro e industrial assumem um peso particularmente relevante.
A chave, insistem as gestoras, não está em tentar evitar a volatilidade, mas em saber geri-la. Manter a disciplina, evitar decisões impulsivas e compreender que as turbulências fazem parte do percurso.