O mês de março foi particularmente atribulado para os mercados. Num contexto de crescimento global moderado, a persistência da inflação levou os bancos centrais a manterem uma postura cautelosa, adiando cortes de juros e reforçando a incerteza quanto ao rumo da política monetária. Em paralelo, tensões geopolíticas, nomeadamente o agravamento do conflito entre os EUA e o Irão, intensificaram os riscos sobre as cadeias de abastecimento e pressionaram os preços da energia, amplificando a volatilidade.
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