“Não existe risco sistémico devido à quebra do Silicon Valley Bank, mas é preciso vigiar as zonas vulneráveis expostas pelo colapso da entidade”, concordam Mónica Defend, diretora do Amundi Institute, Vincent Mortier, diretor de Investimentos e Matteo Germano, diretor-adjunto de Investimentos na mesma entidade. Por outras palavras: o impacto é limitado, mas isso não significa que não devemos estar muito atentos às suas consequências e aos sinais que envia. É uma opinião que capta muito bem o sentimento generalizado da maior parte da indústria de fundos no que diz respeito à crise originada pela queda do banco americano.
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