BCE: uma pausa nas taxas, com os olhos já postos em setembro. As reações das gestoras internacionais

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Christine Lagarde. Créditos: Cedida

Como previsto, na reunião de julho, o BCE deixou as taxas de juro inalteradas, mantendo a taxa de depósitos em 2,25%. No comunicado, Frankfurt reiterou, no entanto, que, devido ao conflito no Irão, “a incerteza permanece elevada e o impacto inflacionista do choque energético ainda não se manifestou plenamente”. Por esse motivo, o banco central continuará a adotar uma abordagem dependente dos dados na definição da orientação da política monetária. O BCE considera, ainda assim, encontrar-se numa “posição favorável”, também porque “as perspetivas para os preços da energia, embora altamente voláteis, situam-se neste momento em níveis próximos do cenário base das projeções formuladas em junho”.

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