Bolsa europeia sai do radar dos investidores internacionais

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msaar, Flickr, Creative Commons

No dia oito de junho faz um mês desde que Trump decidiu, via tweet, reativar a guerra comercial com a China ao anunciar um aumento das taxas em 25%. A reação do mercado é sobejamente conhecida já que essa foi a desculpa perfeita para ativar o modo risk off ao vender ações e comprar ativos mais seguros como as obrigações governamentais. Isto fez com que, entre outras coisas, as obrigações alemãs tivessem registado um novo mínimo histórico com a sua rentabilidade em níveis de -0,20% e que a T-note dos EUA tenha retrocedido até níveis de 2,16%. Não obstante, quando se analisa o comportamento das ações surpreende o facto de ter sido a bolsa europeia e não a americana que tenha sofrido, tal como o mercado chinês, os maiores retrocessos, já que no último mês o Eurostoxx retrocedeu 6,89% face aos 5,35% do Dow Jones.

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