A bolsa japonesa subiu a pique desde o princípio de novembro, o que a levou a terminar 2016 em máximos anuais e a experienciar altos e baixos até ao início de fevereiro, momento em que parece ter retomado a tendência de subida. Kwok Chern Yeh, responsável de ações japonesas na Aberdeen e gestor do Aberdeen Global Japanese Equities esclarece que “a recuperação desde meados do ano passado foi guiada por investidores que perseguiam a liquidez; tinha pouco que ver com as reformas estruturais”.
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