Brasil: títulos públicos federais diminuem nas carteiras de fundos em 2013

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Thiago Marra, Flickr, Creative Commons

Segundo os últimos dados divulgados pela ANBIMA, até novembro do ano passado existiu um aumento de 30% no volume de investimento do Poder Público no ano, e de 12,3% do segmento Private, que já detém a segunda maior parcela de recursos entre os investidores da indústria (15,6%), inferior apenas à dos investidores institucionais (37,5%).

No que diz respeito aos ativos, destaca-se no mesmo período de tempo, o crescimento de 27,5% do volume de operações compromissadas e a redução de 6,54% stock de títulos públicos nas carteiras dos fundos. Também os títulos privados conseguiram durante este ano aumentar 10,18%, à semelhança das debêntures (emissões corporativas), que cresceram 3,44% nas carteiras.

Títulos públicos a decrescer

Comparando com o mês de dezembro de 2012, denota-se precisamente que as operações compromissadas aumentaram de peso nas carteiras, passando de 21,1% para 25,4%. A diferença mais assinalável acontece nos títulos públicos federais, que no último mês de 2012 perfaziam 40,4% das carteiras, e em novembro de 2013 diminuíram de preponderância para 35,6%.

No que diz respeito às rentabilidades, importa destacar mais uma vez o desempenho dos fundos Multimercado Macro. Em 2013, com exceção do dólar, a rentabilidade destes fundos superou a variação dos principais indicadores (Ibovespa e IMA-Geral) em diferentes períodos de tempo, inclusive a 36 meses, onde acumula um máximo de 44,4%.