O sentimento dos investidores azedou, sem dúvida. Esta é a principal conclusão do Fund Manager Survey da BofA de outubro. Cada vez mais gestores estão a passar para o lado da inflação persistente e três em cada quatro esperam um aumento das taxas a curto prazo. De facto, o consenso já prevê pelo menos uma subida das taxas em 2022, quando até há pouco tempo só estava prevista para 2023. E a macro também está a sofrer. As previsões económicas são negativas pela primeira vez em 18 meses. E as expetativas de lucros das empresas caíram acentuadamente desde março. Estamos, portanto, perante o inquérito mensal menos otimista desde outubro de 2020. E isso está a refletir-se no posicionamento das carteiras.
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