Os primeiros três meses do ano mostram que, por um lado, a perda de rendibilidade dos fundos de obrigações, no Brasil, impulsiona os resgates e, possivelmente, a migração de recursos de curto prazo para outras categorias, assim como a procura por maiores retornos parece favorecer as aplicações de maior prazo e risco, conclui a ANBIMA no boletim de fundos de investimento recém-publicado.
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