Num mundo de valorizações inflacionadas, alta dispersão entre setores e taxas previsivelmente em alta, e em que muitos auguram o regresso do alfa, que papel pode desempenhar a gestão passiva? “Ainda que ocorram subidas de taxas, o que a gestão passiva oferece ao investidor é o posicionamento. Queremos que o investidor ativo tenha ferramentas para implementar a sua visão. E se o gestor ativo acredita que as taxas de juro vão subir, a gestão passiva oferece ETFs que seguem índices de curta duração, ou com exposição a ativos com baixa sensibilidade ao risco das taxas, ou até com duração coberta”, afirma César Muro, especialista de investimento em gestão passiva da Deutsche Asset Management.
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