Descrever 2022 como um ano mau é um eufemismo. O ano que deixamos para trás é, literalmente, o pior que o mercado de obrigações experienciou em 50 anos. O desvio-padrão dos retornos este ano não tem precedentes. Rentabilidades passadas nunca são uma garantia de retornos futuros, mas com o histórico disponível um investidor sabe que pode esperar, em média, uma rentabilidade entre 1 e 10% da classe de ativos. A grande exceção: 2022. Basta olhar para os gráficos disponibilizados por Patrick Vogel, responsável de crédito da Schroders, para compreender a deceção dos clientes.
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