Como o colapso do peso mexicano se converteu num caso de estudo para as finanças comportamentais

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cyril chermin, Flickr, Creative Commons

O forte colapso experienciado pelo peso mexicano entre janeiro e setembro de 2017 é um bom exemplo recente de como a psicologia do investidor pode condicionar enormemente o preço de um ativo, e de como no final os fundamentais acabam por voltar a impor-se a médio e longo prazo. Tristan Hanson, gestor da M&G Investments e membro da sua equipa de multiativos, explica que, na hora de investir, é importante relativizar as valorizações. “As valorizações continuam a ser um bom indicador de valorizações de longo prazo. Quando estão baratas, podem significar um potencial de crescimento superior à inflação. Claro está que há sempre uma razão para um ativo estar caro ou barato; geralmente, quando está caro é porque os investidores se apaixonaram por esse ativo, sem nenhuma razão fundamental por detrás”. O gestor explica também que “há situações em que um preço baixo não representa uma oportunidade, mas sim um risco”, daí a necessidade de um especialista para determinar se um preço em concreto significa uma armadilha de valor ou não.

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