Como passar de 75% para apenas 10% em tecnologia: o caso da gestora GQG Partners

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Créditos: Igor Omilaev (Unsplash)

A GQG Partners mostra-se negativa em relação ao setor tecnológico devido às altas expetativas em torno da IA e às valorizações elevadas. “Procuramos gerar alfa em qualquer contexto de mercado e, para isso, não temos receio de adaptar a nossa carteira.” Esta afirmação pode explicar como, em pouco mais de um ano, a gestora norte-americana passou de ter 75% da sua carteira de ações norte-americanas no setor tecnológico para apenas 10%. Uma mudança radical baseada principalmente na sua visão cautelosa sobre o maior fenómeno mediático da indústria: a inteligência artificial.

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