O peso de uma entidade gestora no mercado da gestão de ativos é fruto de diversos componentes. A sua história e reputação são fatores incontornáveis para a perceção de uma imagem de confiança por parte dos investidores, mas, no final do dia, a quota de mercado é uma função dos ativos geridos, que por sua vez estão à mercê de aspetos como a sua própria rentabilidade e dos fluxos para fora e para dentro dos fundos. Num ano especialmente marcado por dinâmicas intensas de resgates, e em que a turbulência dos mercados impactou os retornos de todas as classes de ativos, importa compreender como variaram as quotas de mercado das entidades gestoras nacionais.
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