Os momentos que antecederam o naufrágio do Titanic constituem o exemplo perfeito para descrever o sentimento atual dos investidores. “Sabemos que o navio se vai afundar inevitavelmente, mas enquanto a música continuar a tocar, temos de continuar a dançar”, explica Cristian Balteo, responsável de Multi-Asset Investment Products da Nordea AM. Após dois anos de fortes revalorizações nos ativos de risco, a sensação geral é que as valorizações são exigentes, mas, ao mesmo tempo, o selecionador, banqueiro ou consultor não se pode dar ao luxo de se posicionar muito longo dos índices.
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