Crónica de uma morte anunciada

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algo, Flickr, Creative Commons

Apesar do exposto, está claro para muitos que fica tanto por definir... Muito embora, esta possa ter sido a "melhor e talvez a única solução para o BES", conforme sublinha Gonçalo Pereira Coutinho, CEO do Grupo Patris, ficam algumas perguntas sem respostam entre as quais: que ativos transitam e com base em que critérios? Fica o "bad bank" sob ação judicial? Ou quem garante a sua liquidez por forma a assegurar uma gestão adequada? Os proceeds revertem a favor de quem? E ainda, que dizer da reputação e credibilidade do Governador do Banco de Portugal que garantiu que o banco estava protegido e havia investidores? Repare-se que, acrescenta Gonçalo Pereira Coutinho, "se a actuação do BdP tivesse sido mais eficiente ou actuado mais cedo será que seria necessário uma solução tão radical e as perdas não teriam sido menores para o BES e para muitos investidores?, lança a pergunta". 

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