Em 2016, Diogo Coelho sentia que estava a “encerrar um ciclo profissional muito marcante como engenheiro”. Tinha cumprido objetivos, mas o balanço vinha com “uma certa inquietação, quase um vazio”. Foi nesse contexto que percebeu que a engenharia, apesar de desafiante, não o preenchia por completo. O que o atraía era “a procura de conhecimento e a capacidade de transformar esse conhecimento em algo concreto, com impacto real”. A pergunta que o empurrou para a viragem foi direta: “Como se ganha dinheiro a compreender o mundo?”
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