Ao longo das últimas duas décadas, as famílias portuguesas reforçaram a sua posição financeira e alteraram a forma como gerem as suas poupanças. Apesar de os depósitos continuarem a ser o principal destino das aplicações financeiras, tem-se verificado uma maior diversificação dos investimentos, com um peso crescente de ativos ligados aos mercados financeiros, como as participações em empresas e os fundos de investimento. Como resume o Banco de Portugal, "no seu conjunto, as famílias passaram a deter mais aplicações financeiras em relação às suas dívidas".
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