Desvendando a evolução das obrigações nórdicas: um gestor com décadas de experiência nesta classe de ativos dá a sua opinião

Svein Aage Aanes
Svein Aage Aanes. Créditos: Cedida (DNB AM)

Em meados dos anos 2000, as obrigações nórdicas eram um mercado pequeno, fragmentado e com forte concentração setorial. “Era muito mais doméstico e, no caso do high yield, estava muito ligado à energia e transporte marítimo”, recorda Svein Aage, responsável de Nordic Fixed Income de DNB Asset Management. Naquela altura, a construção de carteiras verdadeiramente diversificadas dentro da região era limitada. Duas décadas depois, o panorama é radicalmente diferente. Desde a crise financeira global, o volume de emissões da classe de ativos multiplicou-se entre quatro e cinco vezes, com uma transição de um financiamento baseado na banca para um através dos mercados cotados.

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