A regulamentação do investimento sustentável tem sido um importante passo em frente para o setor, mas as classificações não devem ser transformadas numa muleta para as decisões financeiras. “Os assessores financeiros e os distribuidores de fundos não devem oferecer apenas fundos Artigo 9 aos clientes que expressem fortes preferências ESG, e os reguladores devem abster-se de impor tal requisito”, pede a EFAMA. Na opinião da Associação Europeia de Fundos e Gestão de Ativos, os assessores e os distribuidores devem verificar se a abordagem ESG do fundo corresponde às preferências ESG do investidor e aos seus pontos de vista sobre os riscos.
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