As complicações multiplicam-se para os bancos centrais. Para a economia global, e em particular para a europeia, a guerra conduzirá a um choque de oferta negativo. Tudo indica que a inflação vai subir à medida que o preço da energia e da alimentação sobe. E também que irá pesar no crescimento, afetando os rendimentos reais disponíveis das famílias e aumentando os custos do fornecimento de empresas. “Isto complica a tarefa dos bancos centrais de tentarem calibrar uma resposta adequada para controlar a inflação sem prejudicar indevidamente a economia”, alertam na J. Safra Sarasin.
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