Num contexto inflacionário, o verdadeiro risco para um investidor não é a diminuição do património, mas sim a perda de poder de compra caso não seja gerado um nível de rentabilidade suficiente. “E se tomarmos como referência os últimos 30 anos, o cash não conseguiu superar a inflação”, alerta Elena Domecq. “Todos têm de ter uma parte do seu património em liquidez para enfrentar despesas inesperadas, mas é preciso ter o mesmo cuidado com o excesso de liquidez”, insiste a diretora-adjunta de Estratégia e responsável pelo Investimento Sustentável em Espanha e Portugal da J.P. Morgan AM.
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