A especialista recordou que o mercado norte-americano foi o primeiro a ressentir-se com a imposição de tarifas a Canadá e México. Embora o impacto inicial tenha sido desigual entre regiões, o denominado Liberation Day desencadeou uma correção generalizada. “Em abril, apesar de quedas intramensais de quase 12%, os índices terminaram o mês estáveis. Os investidores que venderam no pior momento não beneficiaram da recuperação posterior”, referiu.
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