Na opinião da Candriam, a tese bullish do mercado de high yield mantém-se, mas os crescentes riscos obrigam a elevar o nível na seleção de emitentes. As yields continuam atrativas, a duração do ativo está em níveis historicamente baixos e a qualidade média do universo melhorou face a ciclos anteriores. No entanto, os spreads estão apertados, os choques macroeconómicos acumulam-se e começam a aparecer focos de pressão em alguns setores. É o ponto de partida que colocam Thomas Joret, deputy head of High Yield & Credit Arbitrage, e Charudatta Shende, head of Client Portfolio Management – Fixed Income da Candriam, numa recente visita a Espanha.
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