Emergentes: as lições que os gestores aprenderam nestes anos de vacas magras

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Um cocktail de acontecimentos de domínio público – mudanças na política da Fed, conflitos geopolíticos, desaceleração da China, colapso do petróleo – fizeram com que os últimos três anos tenham sido de “vacas magras” para os países em vias de desenvolvimento. Devan Kaloo, responsável de ações emergentes da Aberdeen, reconhece que o tema da China, a política monetária nos países desenvolvidos e o estado dos lucros das empresas locais têm sido os três factores que têm gerado ansiedade entre os investidores. “Seria ingénuo subestimar a gravidade destes temas contra corrente. No entanto, é igualmente prejudicial centrar-se em aspectos negativos  e perder a visão de um contexto mais amplo e mais equilibrado. É verdade que existem vários problemas na China, mas o país tem também vários pontos fortes a seu favor, como por exemplo uma taxa muito elevada de poupança e bolsas pouco endividadas. A política monetária pode ter tido importância sobre as divisas dos mercados emergentes, mas isso fez com que existissem ajustes muito necessários nas contas de muitos países. E os lucros têm muito mais alento do que aquilo que parece à primeira vista: se deixarmos à margem as empresas de matérias primas e analisarmos os lucros em termos de moeda local em vez de dólares norte-americanos, a soma de 2015 tem, na realidade, a probabilidade de situar-se acima dos 10%”.

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