Estratégias bastante diversificadas entre as preferências dos clientes do ActivoBank e do Banco Best em agosto

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Photo by Yannis Papanastasopoulos on Unsplash

Dicotomia. É esta a palavra utilizada por Bruno Pinhão, do ActivoBank, para descrever o comportamento entre o mercado acionista norte-americano e europeu durante o mês de agosto. De facto, o profissional justifica que do lado dos Estados Unidos “o clima é de otimismo, com Wall Street a atingir o período de bull market mais longo da sua história – em foco esteve o sector tecnológico, com algumas das suas cotadas a atingirem sucessivos máximos de valorização”. No Velho Continente, por outro lado, verificou-se o oposto. O sector bancário esteve em destaque pela negativa, “pressionado tanto pela exposição que tem à Turquia, como pela instabilidade política em Itália, que volta a preocupar os investidores pela o crescente de tensão entre Governo e União Europeia, motivado pelo défice acima de 5% do PIB”, afirma Bruno Pinhão, acrescentando que esta preocupação se refletiu na subida das yields italianas – que se alastrou aos juros na periferia do Euro.

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