Estratégias para acelerar a transição energética: o pau, a cenoura e as suas consequências, segundo os especialistas da Schroders

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Irene Lauro. Créditos: Cedida (Schroders)

A resposta às alterações climáticas acelera à medida que os governos enfrentam riscos físicos cada vez maiores. Como nos relembra Irene Lauro, economista ambiental da Schroders, desde 2015 que os governos têm vindo a apresentar os seus Contributos Determinados a Nível Nacional (CDN) e as suas medidas para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa (GEE), necessários para cumprir o objetivo de limitar o aumento da temperatura a 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais. 

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