Os principais mercados 'offshore', Luxemburgo, Irlanda e Ilhas Caimão, representam saídas para a distribuição de fundos locais a nível global. Estes centros de domiciliação de fundos ganham cada vez mais importância em países como o Brasil. No simpósio sobre fundos 'offshore' organizado, no início do mês passado, no Rio de Janeiro e em São Paulo, pelo BNP Paribas, João Santos, 'partner' da PricewaterhouseCooper (PwC) na área de gestão de activos, salientou as tendências de crescimento das estruturas 'offshore' nos mercados de distribuição de fundos globais.
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