O mês de junho foi bastante forte para os mercados acionistas, sobretudo, para os índices dos EUA e do Japão. Principalmente quando se tornou mais evidente “uma tendência de queda da inflação, mas com perspetivas de persistência; o mercado de emprego laboral continuou a sinalizar uma grande robustez; e uma ausência de impacto no consumo e na despesa no segmento dos particulares, perante elevados juros”, afirma João Queiroz, Head of Trading do Banco Carregosa.
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