Falámos sobre obrigações com Paul Brain

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Foto cedida

Os mercados de obrigações passaram por várias mudanças desde a crise de crédito de 2008, como foi o caso do aumento considerável das emissões de empresas não financeiras, o investimento com taxas de rentabilidade negativas ou o crescimento das operações que não envolvem os criadores de mercado tradicionais. O incremento da dívida corporativa que se registou, sobretudo nos últimos três anos, fez com que o mercado se tornasse mais vulnerável a qualquer deterioração do crescimento económico e a um possível aumento do incumprimento no pagamento. Agora que os bancos centrais planeiam retirar as medidas excecionais, voltar a subir as taxas de juro e pôr fim à expansão quantitativa (QE), pode fazer com que as rentabilidades negativas das obrigações governamentais passem à história.

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