Os mercados obrigacionistas (e não só) moveram-se num contexto complexo no último mês. Em primeiro lugar, a já habitual incerteza geopolítica, os sinais contraditórios dos bancos centrais e uma surpreendente resiliência da economia norte-americana. A traçar o quadro de abril está Marco Giordano, investment director da Wellington Management, que identifica cinco fatores-chave que influenciaram o comportamento do rendimento fixo.
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