A incerteza derivada da extensão da pandemia de COVID-19 deixou perdas nos mercados de valores que chegaram a alcançar os 30% no caso das ações e até 15% nos ativos de obrigações no primeiro trimestre do ano. Mas também houve ativos que graças ao seu carácter de refúgio despediram-se dos três primeiros meses do ano com subidas. Um desses ativos foi o ouro que já consegue avançar 11,6% até níveis de 1.700 dólares por onça.
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