O último ano, com referência a maio, não foi fácil. A história já todos sabemos. Ainda a recuperar do choque na oferta provocado pela pandemia de COVID-19, surge, em fevereiro de 2022, a guerra na Ucrânia, e o impacto nos preços da energia e nas cadeias de fornecimento foi grande. Os bancos centrais, por seu turno, iniciaram um ciclo de subida de taxas, com os números da inflação a continuarem persistentemente elevados.
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