Os fundos de investimento mobiliário (FIM) com subscrições líquidas positivas mais elevadas em Maio, assim como desde início do ano, são de curto prazo, o que reflecte “a necessidade de liquidez nas carteiras e os receios de correcções nos mercados de renda fixa. Neste cenário, a que se juntam as incertezas políticas e económicas da Europa, os investimentos de curto prazo acabam por ser uma solução de preenchimento dos vazios deixados nos movimentos de realocação das carteiras”, explica Miguel Azevedo e Silva, director - adjunto do departamento de banca privada do Banco Carregosa. “Estes movimentos são a consequência de uma série de factores. Sendo óbvio o movimento defensivo, fruto da fragilidade económica que perdura, o ‘stress’ provocado pela instabilidade que a crise no Chipre despoletou levou à procura por parte dos investidores de sucedâneos dos tradicionais depósitos a prazo, numa lógica de dispersão de risco”, explicou Eliana Nogueira, do departamento de gestão da poupança do BES.
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