Abril não fugiu ao padrão dos últimos meses: o agravamento das tensões no Médio Oriente e a consequente subida acentuada do preço do petróleo tornaram o mês particularmente volátil. Em paralelo, e sem surpresas, tanto o BCE como a Fed mantiveram as taxas de juro inalteradas, num contexto marcado pelo aumento do risco geopolítico, pela pressão dos custos energéticos e por uma crescente incerteza quanto à evolução simultânea da inflação e do crescimento económico.
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