Analisados os fundos de ações e os fundos de obrigações, olhamos agora para como se comportaram os fundos multiativos de entidades portuguesas, por categoria, nos retornos a 12 meses com referência ao final de 2019 e ao final de fevereiro. Fevereiro marcou o início de uma reação mais agressiva dos mercados ao alastramento mundial do vírus COVID 19 e os ativos de risco ressentiram-se. Março tem piorado significativamente as quedas dos mercados de ações e nem a dívida escapa. No entanto, com referência ao final do segundo mês do ano, o que vimos foi que os fundos de obrigações mantiveram retorno positivo e significativo, o que, no atual contexto, ajudou a amenizar a volatilidade nas carteiras. No geral, as diferentes categorias mostraram retornos apenas ligeiramente menores com referência ao final de fevereiro e uma delas - categoria de obrigações governamentais - mostra, inclusive, melhores retornos no período de 12 meses mais recente considerado.
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