Géraldine S. Haldi (UBS AM): “É mais transparente e por isso mais fácil formar uma visão de crédito nas obrigações a dois ou três anos, do que em prazos mais longos”

Géraldine S. Haldi Anna-Huong Findling UBS obrigações
Géraldine S. Haldi e Anna-Huong Findling. Créditos: Cedida

Não restam dúvidas de que 2023 é apontado como um ano de ouro para as obrigações. No entanto, o valor na classe de ativos é provavelmente mais forte em alguns setores, em determinado ponto, do que noutros. Há que ser criterioso, e as gestoras de ativos têm vindo a posicionar-se sobre a melhor estratégia para tirar valor do investimento em obrigações, tanto em termos de duração, como de risco de crédito.

Este é um artigo exclusivo para os utilizadores registados da FundsPeople. Se já estiver registado, aceda através do botão Login. Se ainda não tem conta, convidamo-lo a registar-se e a desfrutar de todo o universo que a FundsPeople oferece.