Gestoras ativas a falar de gestão passiva de maneira educada, construtiva e não visceral

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M. Martin Vicente, Flickr, Creative Commons

Em muitas sociedades ocidentais, observa-se uma deterioração da cultura do debate. Em vez de intercalar argumentos de maneira educada e respeitosa e aceitar posições contrárias às nossas, as discussões estão a ser cada vez mais emocionalmente carregadas. Por vezes, o objetivo é mesmo a destruição total do adversário a partir de um ponto de vista argumentativo. Este tipo de confrontos dialéticos produz-se sobre diferentes temas, também em assuntos relacionados com a indústria da gestão de ativos. Neste sentido, o mais intenso está a produzir-se entre a gestão ativa e passiva, onde a troca de ataques é constante. O debate está a ser bastante amargo e, em certas ocasiões, até visceral. Por esse motivo, é surpreendente ver algumas entidades, cujo modelo de negócio se baseia exclusivamente sobre a comercialização de fundo de gestão ativa, a fazer uma análise serena, educada, inteligente e sensata sobre o que supõem e representam as estratégias indexadas.

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